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Monocromo


Deixe pra trás o que não te leva pra frente. —  Demi Lovato. (via life-steric)
Deu uma vontade de te ter aqui. Vontade de um abraço apertado, um beijo demorado e de ouvir tua voz. Vontade de te fazer sorrir e de rir junto. Vontade de deitar com você, falar sobre o futuro, e deixar o tempo passar. Uma vontade enorme de que seja só eu e você. Cabana dos Sonhos.   (via d-engoso)
Ela estava farta de idas e vindas em sua vida. Ela queria alguém chegasse e permanecesse ali, alguém que lhe dissesse coisas bonitas e verdadeiras; que lhe abraçasse nos dias ruins, que lhe fizesse feliz e completa. Ela queria coisas tão simples; abraços, beijos, afagos e um pouco de amor. Alguém que ficasse por se sentir bem ao seu lado, e que não julgasse “corresponder” como uma obrigação. Alguém que se expressasse por sorrisos, que entendesse uma lágrima e que voltasse depois de dizer “tchau”. Ela só queria alguém que tivesse coragem de permanecer. Eternue & Deprimentes.   (via d-engoso)
Minha pergunta é: Por que as pessoas boas se dão mal na vida? Quem é você, Alasca?  (via delator)
Não era o bastante ser seu último beijo. Eu queria ser seu último amor. Quem é você, Alasca?  (via delator)
E mais uma vez eu me engano, ô coração ingênuo. Gramaticas.   (via gramaticas)
Você era a pessoa mais importante da minha vida, e você acabou comigo. The Vampire Diaries.   (via involuntus)
Meu velho morreu ontem à noite, morreu por dentro. Ao chegar em casa, o vi trancar-se no banheiro. Chorou durante toda a noite, como um bebê um tanto velho, e clamou a Deus, para que também o levasse. Não entendi muito bem, assustado, bati 3 à 4 vezes na porta, gritando pelo seu nome. Mas ele parecia não surtir efeito. Passei todo o tempo sentado ao pé da porta ouvindo seus soluços, sem entender o que se passava no outro lado da porta. Ouvi todo o seu equilíbrio, firmeza, e tudo o que eu mais admirava escorrerem pelo ralo. Na manhã seguinte(como de costume), meu velho levantou cedo e saiu para trabalhar, olhou em minha direção, e parecia não me notar ali, sentado quase aos seus pés. —Seu rosto estava completamente pálido, como se a morte tivesse lhe feito alguma visita, nem chegava aos pés do Sr. Thompson tão admirado pela esposa e filho. Ele simplesmente me virou às costas e saiu pela porta da frente, como se nada tivesse acontecido. Entrei no banheiro e para minha surpresa, estavam lá, fotos minha e da mamãe, e um pequeno recorte de jornal no qual dizia: “Mãe e filho morrem após serem atropelados por caminhonete no km 23, da Br-060, às vítimas identificadas como Roose e Mark Thompson, de 37 e 14 anos, deixam um marido/pai desolado.” Tem sido assim todas às noites. A Vida de John Thompson.  (via involuntus)



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